Neste domingo, dia 30/06, as gestantes e mães já têm um programinha saúde para fazer. É que a clínica Célula Mater está organizando uma manhã com caminhada, aula de alongamento e, para finalizar, um brunch. O evento é uma forma comemorar o mês das mães e, para participar, é só se inscrever e levar um pacote de fraldas G ou GG para o berçário Naar Yisrael, uma instuição beneficente. Mais informações neste link aqui.
Foto: Getty Images
Tudo bem, é um clichê, mas que mulher resiste a um daqueles pingentes de menininho ou menininha que as mães usam quando descobrem que terão um filho ou filha? Confesso que já tinha pensado em adquirir um. Ou melhor, em pedir para o meu marido adquirir um pra mim! Mas minha irmã, que sempre age enquanto eu ainda estou pensando, tratou logo de me presentear com um lin-do! Assim que eu confirmei que meu bebê era uma menina, ela correu para comprar esta a correntinha com o tradicional penduricalho. Dá só uma olhada. Ah, tem um modelo do Antonio Bernardo que eu acho simplesmente maravilhoso. Fica a dica.
Presente de irmã:
Opções do Antonio Bernardo, à venda no site da joalheria
Mais uma indicação para as grávidas curiosas e ansiosas que estão descobrindo um novo mundo. Ganhei esses dias um livro chamado Quando o Corpo Consente . Demorei um pouco para iniciar a leitura mas, quando comecei, não consegui mais parar. O legal é que ele traz a visão e a experiência de três mulheres sobre a gravidez. O diário de uma jornalista e mãe de primeira viagem é intercalado por depoimentos de sua mãe, uma terapeuta que destrincha as transformações fisiológicas e psicológicas trazidas pela gestação. De quebra, há também a participação de uma parteira com 40 anos de experiência. A leitura, bem fluida e gostosa, consumiu bons minutos do meu sono, mas valeu cada segundo!
Também está disponível para compra no site da Saraiva.
Mais uma indicação para as grávidas curiosas e ansiosas que estão descobrindo um novo mundo. Ganhei esses dias um livro chamado Quando o Corpo Consente . Demorei um pouco para iniciar a leitura mas, quando comecei, não consegui mais parar. O legal é que ele traz a visão e a experiência de três mulheres sobre a gravidez. O diário de uma gestante de primeira viagem é intercalado por depoimentos de sua mãe, uma terapeuta que destrincha as transformações fisiológicas e psicológicas trazidas pela gestação. De quebra, há também a participação de uma parteira com 40 anos de experiência. A leitura, bem fluida e gostosa, consumiu bons minutos do meu sono, mas valeu cada segundo!
Estou grávida de mais ou menos 14 semanas. A barriga ainda não despontou muito, mas as calças jeans que eram larguinhas já estão ficando justas. As do tipo skinny então, eu nem me atrevo mais a experimentar – medo!!! Então aproveitei os últimos segundos da liquidação de 70% da NK (loja que eu amo) para buscar roupas mais folgadinhas. Confesso que a tendência de hoje – com peças estilo boyfriend e sarouel ajudam muito! Aliás, a vendedora, Adriana, que tem duas filhas, me deu a maior força na caça por peças confortáveis e estilosas. A dica mais preciosa do dia? “Invista, sem medo, em roupas realmente largas e confortáveis, mesmo que elas se tornem inutilizáveis com o fim da gravidez e a volta à sua forma habitual, afinal, você vai ter usado tantas vezes estas roupas durante este 9 meses que, com certeza, não poderá vê-las mais pela frente”. Dica acatada, Adriana, thanks for the help! O resultado? Saí de lá com uma calça sarouel de cetim de seda preta, lin-da, uma fuseau preta de moletom fininho e regulável na cintura e um vestido de seda curto e amplo, de mangas compridas – que dá para usar tanto no verão com sapatilhas quanto no inverno de meia-calça. Bons achados…
Foto: Ligia Juliano
Uma das minhas primeiras descobertas como mãe estreante foi saber o que é uma fralda de boca. Claro que quem tem uma irmã ou amiga que já é mãe acha isso a coisa mais óbvia do mundo. Mas quando me falaram que, para o enxoval de bebê, eu tinha que comprar X fraldas de boca, eu fiz aquela cara de ponto de interrogação. Percebendo minha total falta de experiência a pessoa me explicou que eram aqueles paninhos que você coloca no ombro quando o bebê está no seu colo. Bom, descobri que este pedaço de tecido que, realmente não passa do bom e velho paninho (este sim, eu conhecia!) pode ser usado tanto para evitar o contato do bebê com a roupa “de rua” da pessoa que o está carregando, como depois de uma mamada, quando a criança eventualmente dá a chamada gorfada. Alguns dias depois, uma vizinha/amiga veio jantar em casa e me deu uma toalha de banho liiiinda de sapinho e mais 6 dessas fraldas. Bom, um item a menos para eu providenciar!
Foto: Ligia Juliano
Quando a gente descobre que está grávida, a primeira coisa que dá vontade de saber é o sexo da criança, certo? Como toda mãe da atualidade, fiquei pensando se faria ou não o famoso exame de sangue popularmente chamado de sexagem (pode ser feito a partir da 6ª semana de gravidez). Depois resolvi que não, achei que tiraria um pouco a graça do suspense. Até cogitei deixar para saber o sexo apenas no nascimento, mas meu marido logo tratou de vetar minha ideia. Bom, optamos por desvendar este mistério pelo ultrassom mesmo, como a maioria das pessoas. Claro que o mais difícil disso tudo é começar a comprar as roupinhas e idealizar o quarto – mesmo pra mim que imagino um espaço sem cores marcantes (como os batidos azul e rosa) e roupinhas que fujam um pouco dos estereótipos. Bom, fato é que ainda não sabemos com certeza se é um menino ou uma menina. Enquanto isso, os amigos e parentes se esforçam para encontrar lembrancinhas de cores, digamos, alternativas: amarelo, branco com desenhos coloridos, verde… Uma mais linda que a outra! Acho que, mesmo depois que eu descobrir o sexo do baby, não vou espalhar muito. Estou adorando. Bem mais legal que tudo rosa ou tudo azul, não acham?
Foto: Ligia Juliano
Ligia Juliano é jornalista, curiosa, encantada por moda e futura mãe de primeira viagem. Aqui, irá dividir suas experiências e descobertas sobre moda, beleza, saúde e comportamento que envolvem a maternidade.
mais sobre a Ligia