Entre os dias 7 e 10 de setembro, acontece o 14º Festival Brasileiro de Quilt e Patchwork, que reúne profissionais do mercado nacional e do exterior para compartilhar técnicas e participar de cursos e oficinas, em Gramado, no Rio Grande do Sul.
Um dos destaques desta edição é a presença da professora canadense de Quilt, Ana Buzallino. Durante o evento, ela irá realizar workshops que mostram técnicas e truques que, segundo ela, garantem uma costura perfeita para colchas.
Além das aulas, o Festival promove um concurso nacional de Quilts, nove exposições de artesãos e uma feira de produtos para Patchwork. A Associação Brasileira de Patchwork e Quilt também apresenta seu calendário de parede para o ano de 2012, ilustrado com o trabalho de várias quilteiras brasileiras.
Confira a programação completa no site do Festival.

Primeiro lugar no concurso de 2010 na categoria Melhor Quiltado à Máquina. Sublimação, idealizado por Sônia Salles – Florianópolis (SC), quiltado por Lúcia Petrucci
Imagem: Douglas Trancoso – Divulgação
Colaborou: Luciana Galastri
O inverno ainda não acabou, mas o chapéu já vem surgindo como um dos acessórios indispensáveis para o próximo verão. Prova disso é que duas de nossas blogueiras associadas – a top Bruna Tenório (Blog da Bruna Tenório) e a publicitária Joanna Moura (Um ano sem Zara) – montaram, esta semana, looks com dois modelos diferentes de chapéu.
Joanna escolheu um do tipo Panamá para arrematar uma produção que, segundo ela, é “perfeita para um almoço urbano, daqueles que a gente faz questão de sentar na varanda pra pegar um solzinho de fim de tarde e ver o povo passando na rua”.
Já a top Bruna Tenório escolheu um modelo floppy, de abas mais largas e maleáveis, para montar um look com ares 70’s. “Diferente do que eu pensava, o chapéu floppy é um acessório fácil de usar, fica ótimo com calça pantalona, vestidinhos, shorts e saiões”, escreveu ela no post sobre este visual.
Quer copiar o look? A gente escolheu dois modelos para você se inspirar.
À esquerda: chapéu Panamá, Aba, R$ 194; e, à direita, chapéu Salinas, R$ 98.
Acaba de chegar às lojas da Hering uma coleção cápsula formada por peças com preços mais acessíveis. A linha, batizada de Fast Fashion Cores e Listras, traz blusas, camisas, jardineiras, saias e vestidos com preços entre 29,90 e 89,90 reais, inspiradas na tendência do color blocking.
Confira algumas peças da coleção no MODASPOT.
Foto: Divulgação
A empresária e designer Cris Ribeiro acaba de lançar a Especiário, uma loja online que vende carteiras de crochê. Com sede em Natal, no Rio Grande do Norte, a ideia de Cris é disponibilizar as peças desenhadas por ela e executadas por um grupo de crocheteiras local para mulheres de todo Brasil. Vale lembrar que, como a técnica do crochê é muito difundida por lá, o resultado do trabalho é primoroso.
Os modelos de carteira (que custam de R$ 90 a R$ 150) são confeccionados com um fio especial 100% algodão desenvolvido por tecelãs da Paraíba. Além disso, a Especiário também tem um cunho social. É que as artesãs envolvidas na produção das carteiras trabalham de casa, no seu próprio ritmo e, assim, conseguem aumentar a renda da família sem deixar de cuidar dos filhos. Segundo Cris, algumas delas faziam trabalhos simples, mas que demandavam tempo, como barras de pano de prato, e vendiam esse produto por preços muito baixos. “Agora, com a Especiário, elas não só recebem mais como percebem o quanto seu produto é valorizado – o que ajuda a aumentar a auto-estima delas”, revela.
Todas as semanas, Cris se reúne com a equipe e discute novos pontos, produtos e ideias. Por enquanto, o objetivo principal é criar uma nova carteira por dia para que, a cada 15 dias, 15 novos modelos estejam disponíveis no site. Mas já existem outros planos para a Especiário: a partir do próximo mês, ecobags feitas à mão também serão vendidas através do espaço virtual. Ah! Isso sem falar em um grande sonho de Cris: ensinar pessoas com Síndrome de Down a crochetar. “O que eu quero é valorizar o nosso artesanato típico e também as pessoas que trabalham com ele”, conta.
Interessou? Então, dê uma olhada no site e faça a sua encomenda por e-mail ou telefone. O atendimento, mesmo à distância, é personalizado.
Imagens: Divulgação
Colaborou: Luciana Galastri
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