Para acompanhar o friozinho que está chegando, o espaço criativo Cafofo, em São Paulo, lançou aulas de tricô e crochê para todos os níveis de técnica e conhecimento, com a professora Cris Bertoluci.
Os encontros são sempre às quartas-feiras, entre as 19h e as 21h. Cada aula custa 70 reais. Quem ficar interessado pode entrar em contato com cris.eloisa@gmail.com ou pelo telefone (11) 4288-0099.
Foto: Thinkstock
Fonte: MODASPOT
A mistura de crochê com transparências e brilhos é o destaque da coleção de inverno 2012 da estilista Giovana Dias. As novas peças da designer apostam na extravagância dos anos 1980 com toques de romantismo.
Na cartela de cores, Giovana traz tons como cinza, chumbo, roxo, verde, vermelho, mostarda, preto e dourado. Confira alguns itens da nova linha:
Fotos: Divulgação
Colaborou: Fernanda Jacob
A maquiadora Vanessa Rozan, do instituto Liceu de Maquiagem, organiza neste sábado, 10 de dezembro, um encontro em torno do projeto Clube do Útero – no qual mulheres se reúnem em prol do resgate de valores e tradições dos trabalhos manuais de suas avós. Nas reuniões do grupo, as integrantes trocam dicas e técnicas de tricô, crochê e bordado, além de falar de experiências pessoais e projetos futuros.
O Liceu de Maquiagem fica na rua Pedro Taques, 110, no bairro Consolação, em São Paulo, e a reunião está marcada para 14h. Para participar, mande um e-mail para clubedoutero@gmail.com.
Foto: Thinkstock
Colaborou: Kanucha Barbosa
A marca Mark Fast, que acaba de desfilar seu verão 2012 na semana de moda de Londres, apostou no aspecto artesanal na maioria dos seus looks da nova coleção. Os vestidos de crochê vinham em cores quentes – como o laranja e o amarelo – e em tons de nude. Os acabamentos com franjas e babados também se destacaram na passarela.
Veja o desfile completo da Mark Fast no site da revista ELLE, clicando aqui.
Fotos: Getty
Colaborou: Kanucha Barbosa
A empresária e designer Cris Ribeiro acaba de lançar a Especiário, uma loja online que vende carteiras de crochê. Com sede em Natal, no Rio Grande do Norte, a ideia de Cris é disponibilizar as peças desenhadas por ela e executadas por um grupo de crocheteiras local para mulheres de todo Brasil. Vale lembrar que, como a técnica do crochê é muito difundida por lá, o resultado do trabalho é primoroso.
Os modelos de carteira (que custam de R$ 90 a R$ 150) são confeccionados com um fio especial 100% algodão desenvolvido por tecelãs da Paraíba. Além disso, a Especiário também tem um cunho social. É que as artesãs envolvidas na produção das carteiras trabalham de casa, no seu próprio ritmo e, assim, conseguem aumentar a renda da família sem deixar de cuidar dos filhos. Segundo Cris, algumas delas faziam trabalhos simples, mas que demandavam tempo, como barras de pano de prato, e vendiam esse produto por preços muito baixos. “Agora, com a Especiário, elas não só recebem mais como percebem o quanto seu produto é valorizado – o que ajuda a aumentar a auto-estima delas”, revela.
Todas as semanas, Cris se reúne com a equipe e discute novos pontos, produtos e ideias. Por enquanto, o objetivo principal é criar uma nova carteira por dia para que, a cada 15 dias, 15 novos modelos estejam disponíveis no site. Mas já existem outros planos para a Especiário: a partir do próximo mês, ecobags feitas à mão também serão vendidas através do espaço virtual. Ah! Isso sem falar em um grande sonho de Cris: ensinar pessoas com Síndrome de Down a crochetar. “O que eu quero é valorizar o nosso artesanato típico e também as pessoas que trabalham com ele”, conta.
Interessou? Então, dê uma olhada no site e faça a sua encomenda por e-mail ou telefone. O atendimento, mesmo à distância, é personalizado.
Imagens: Divulgação
Colaborou: Luciana Galastri
Giovana Dias, designer expert em crochê, comemora 10 anos de carreira em setembro. Por isso, ela criou a coleção Revival, que traz, como referência, várias peças criadas por ela ao longo de sua história. O lançamento acontece na sexta-feira, dia 2 de setembro, no Jardim Europa, em São Paulo.
Fotos: Divulgação
Colaborou: Kanucha Barbosa
Você já conhece o nosso Flickr? Se ainda não nos visitou por lá, eis aqui uma boa oportunidade. Nesta quarta-feira, além dos posts de imagens inspiradoras e dicas de moda e artes manuais, fizemos uma galeria com as fotos mais incríveis de máquinas de costura que encontramos pela rede social. Acesse, comente e inspire-se na nossa seleção que tem de máquinas com ar retrô a máquinas decoradas e até em forma de personagens famosos.
Ah! E se você tiver o link de outra imagem bacana, não deixe de nos encaminhar. Sua sugestão também pode ser incluída na galeria. Já pensou? Além disso, essa é apenas nossa primeira curadoria de imagens, logo mais faremos outras seleções com temas diferentes. Já estão na nossa lista crochê, tricô e patchwork. Tem uma outra ideia de tema? Então, escreva para a gente!
Imagem: ThinkStock
Colaborou: Luciana Galastri
MANEQUIM selecionou os cursos mais bacanas para quem quer aprender ou aprimorar seus conhecimentos em costura, modelagem e outras artes manuais:
Cotemac – Porto Alegre/RS
Cursos de corte, costura e bordado
Horários: de segunda a sexta-feira, pela manhã ou à tarde, três horas de aula por turno.
Preço: sob consulta, a partir de R$450 (30 horas de aula)
Endereço: Avenida São Paulo, 985
Porto Alegre – RS
Telefone: (51) 3264-8454
Escola São Paulo – São Paulo/SP
Curso de corte e costura
Horários: toda segunda-feira, de 10h às 13h. A partir do dia 26 de setembro.
Preço: R$ 295 + 3 parcelas de R$ 295
Endereço: Rua Augusta, 2239
São Paulo – SP
Telefone: (11) 3060-3636
ProModa – São Paulo/SP
Curso de corte e costura
Horários: de terça-feira a sábado, pela manhã ou à tarde. Duas horas de aula por turno.
Preço: R$100 de matrícula + R$320 por mês (incluso material e apostilas)
Endereço: Rua Silva Pinto, 199, 3º andar
São Paulo – SP
Telefone: (11) 3331-1193
Minas, amor e arte – Belo Horizonte/MG
Patchwork e Quilt
Horários: de segunda a sexta-feira, pela manhã ou à tarde. Três horas de aula por turno.
Preço: R$ 195, com tecido incluído
Rua Visconde de Taunay, 71
Belo Horizonte – MG
Telefone: (31) 3225-6086 / (31) 8863-2944
MAQ e Fios Center – São Paulo /SP
Aulas de tricô, crochê e tapeçaria
Horários: aulas avulsas, falar direto com a professora. Quatro horas por aula.
Preço: R$ 10 (não inclui material)
Endereço: Rua 24 de Maio, 77
São Paulo – SP
Telefone: (11) 3337-3979
Safira Armarinhos – Curitiba / PR
Aulas de tricô, crochê e artesanato
Horários: de segunda-feira a sábado, manhã ou tarde. Duas horas de aula por turno.
Preço médio: R$ 15 (não inclui material)
Endereço: Praça Generoso Marques, 138
Curitiba – Paraná
Telefone: (41) 3013-3110
Imagem: ThinkStock
Colaborou: Luciana Galastri
Helen Rödel é uma estilista gaúcha que trabalha, principalmente, com técnicas manuais. No início deste ano, ela apresentou sua coleção no Dragão Fashion Week , onde seu trabalho chamou a atenção pela inovação nas formas e nas cores das peças.
Foi com sua mãe que ela aprendeu a crochetar e tricotar, quando tinha cerca de sete anos. Ela afirma que adorava sair para comprar linhas e agulhas e que cada novo projeto era uma aventura. “Era uma maneira de eu estar junto da minha mãe”, conta.
A paixão pelos trabalhos manuais, que apareceu na infância, evoluiu para a criação de uma marca, a Rödel LA, em 2007. Inicialmente, Helen trabalhava com malharias retilíneas, mas percebeu que o processo de fabricação desses tecidos comprometia suas ideias ousadas para as roupas. Com técnicas manuais ela poderia criar formas únicas, peças completamente diferentes, sem se preocupar com um modo de produção industrial.
“Não sei dizer de onde as ideias vem. Minha forma de criação é louca. A melhor maneira que encontrei para ter ideias é ficar no meu sofá, com uma almofada no rosto para ficar bem escuro, e imaginar que minha mente é uma sala vazia”, explica Helen. Assim, a estilista diz conseguir se lembrar de coisas que viu e ouviu durante seu dia-a-dia e que talvez não tivesse percebido na hora em que elas aconteciam. Juntando essas peças, ela cria suas roupas.
“Mas isso varia muito. Por exemplo, as ideias para a minha última coleção vinham apenas do ponto pipoca, a técnica em crochê que mais usei, e da cor dos fios”, conta. Outra inspiração para a última coleção de Helen foi a gravidez. A estilista recentemente se tornou mãe e afirma que todo o processo contribuiu para a forma como a coleção foi concluída.
Após Helen ter a ideia para uma peça, há uma reunião com as artesãs que trabalham com ela. Suas “crocheteiras” são seu braço direito, como Helen define. Um dos diferenciais do trabalho na Rödel LA é que, depois da discussão dos projetos com a estilista, as artesãs trabalham em casa, e não no estúdio. “O crochê para mim é isso. É você estar no seu próprio sofá enquanto confecciona uma peça, é um processo muito íntimo”, explica.
Se as crocheteiras são seu braço direito, Helen define seu marido, Guilherme Thofehrn, como sua metade. Ele a ajuda nos projetos da marca, além de fotografar as coleções. E foi Guilherme quem teve a ideia de fazer um documentário sobre o trabalho de sua mulher. Antes de conhecer Helen, ele não tinha ideia de como o mundo das artes manuais funcionava e percebeu que pessoas tão leigas quanto ele poderiam ter a mesma curiosidade.
Por três meses o trabalho na Rödel LA foi acompanhado por quatro videomakers. “Foi complicado porque é tudo muito íntimo e delicado. Mas o resultado ficou incrível e hoje somos amigos da equipe de vídeo”, conta Helen (confira o vídeo no fim do post).
O próximo objetivo da estilista é aumentar os números de sua produção. “Para mim, moda é mais do que arte. Quero que cada vez mais pessoas possam usar roupas minhas, ter essa experiência. Moda é isso”, conclui.
As dicas de Helen para quem quer seguir o mesmo caminho são simples: basta dar tempo para a marca, descobrir quem é o público que se quer atingir e investir na internet. “A internet é infinita, o lugar perfeito para quem não pode gastar muito com publicidade e divulgação. Através dela a minha marca tem o mesmo espaço que uma marca como a Coca-Cola”, brinca a estilista.
Imagens: Acervo Pessoal
Colaborou: Luciana Galastri
Conheça o perfil de Cecília Chiarini de Oliveira, expert em dicas de empreendedorismo para quem faz negócios com artesanato.
Cecília Chiarini de Oliveira (à direita na foto), mais conhecida como Cissa, cresceu em uma família muito envolvida com o mundo das artes e sempre teve um grande interesse por trabalhos manuais. Aos 28 anos, a vontade de montar um negócio próprio aliada à habilidade de sua mãe, Helô (à esquerda), com tricô e crochê, resultaram no Ateliê Cupcake Hortelã, uma loja de crafts online, inaugurada em maio do ano passado.
Cissa, que é formada em Relações Públicas, ficou responsável pelo gerenciamento da loja, enquanto Helô confecciona as peças. “Sempre que eu andava pela rua com uma peça que minha mãe havia feito as pessoas perguntavam onde eu comprei”, lembra. “Mesmo assim era difícil encontrar alguém que quisesse comprá-las pelo valor que um produto feito à mão tem. Criamos nossa loja online porque na internet conseguimos encontrar um público que valoriza mais as peças”.
Para Cissa, outra vantagem em comercializar pela internet é o fato de o cliente poder encomendar um produto quase customizado. Afinal de contas, pode apontar sua preferência de cor, por exemplo, enquanto que em uma loja física, com pronta entrega, isso é muito mais difícil.
Com seu trabalho, Cissa conheceu os obstáculos que artesãos que gostariam de começar ou que estavam tendo problemas com seu negócio online encontram pelo caminho. “Quem não tem formação em marketing e resolve fazer uma pesquisa na internet sobre o assunto só encontra informações muito técnicas”, afirma. Então, ela se sentiu motivada a criar um novo site, o Assim, sim! – um guia de empreendedorismo para quem trabalha com a criatividade.
Desde janeiro desse ano, Cissa se dedica ao projeto, que já se tornou um case de sucesso. Os acessos iniciais foram muitos e, com o site, a equipe dele cresceu: hoje ela conta com mais quatro colaboradoras. “As principais dúvidas de quem está começando são como calcular o preço de seus produtos e como divulgá-los”, explica.
Para quem quer se aventurar – e, claro, colher bons frutos -, o conselho de Cissa é se especializar em uma técnica ou produto específico e fazer dele a cara de sua marca. “Tentar abraçar o mundo é um risco muito grande no início”, afirma. Outra dica importante é investir em redes sociais, profissionalizando esses canais, que serão a forma mais direta de comunicação com os clientes. “Muitas pessoas usam suas redes pessoais, mas isso restringe o potencial de se atrair clientes que querem estar em contato com o conteúdo que a marca produz e não com o artesão em si”.
“Outra coisa muito importante é estudar, sempre. Não só as técnicas que envolvem seus produtos. Fotografia, por exemplo, é algo muito importante para quem vai vender algo pela internet. A imagem do produto precisa ser boa para atrair o cliente”, aconselha Cissa. Ela conta que, quando começou com o Cupcake Hortelã, teve de aprender até webdesign para construir um site mais bonito. “Nem sempre, no início do negócio, podemos nos dar ao luxo de pagar um profissional para fazer algo que não sabemos”.
Hoje, Cissa se diz realizada – tanto com sua loja online quanto com o Assim, sim!. Para ela, a melhor parte do seu trabalho é ver o quanto ajudou – e continua ajudando – outros artesãos. “Às vezes, recebo um e-mail de alguém que teve coragem de começar seu negócio após acessar o site, ou então de alguém que estava desistindo e conseguiu dar a volta por cima com nossas dicas. É muito emocionante”, relata.
Imagens: Acervo pessoal
Colaborou: Luciana Galastri
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