Nessa terça-feira, 3 de janeiro, mostrei aqui uma boa ideia para a sobremesa do próximo dia 6 de janeiro. Hoje, voltei para dar uma sugestão de drink – que, aliás, pode servir como uma ótima desculpa para quem quer, além de fazer a simpatia de Reis, brindar o ano que acaba de chegar enquanto desmonta o presépio e a árvore de Natal.
Inventei esse drink delícia num fim de tarde, assistindo ao pôr do sol no alto da montanha enquanto colocava a conversa em dia com a mamãe. A tarde rendeu, o sol se foi e a noite continuou animada.
Primeiro, debulhei as romãs. Dispus um punhado delas em um copo longo. Macerei levemente. Acrescentei um pouco de suco de cranberry. Coloquei bastante gelo por cima. Derramei um tanto de vodca – uma dose e meia mais ou menos. Pedi que minha mãe descolasse algumas folhinhas de hortelã na horta dela. Salpiquei as verdinhas no drink e misturei bem com uma colher bailarina. Para adoçar, acrescentei uma colher de chá de mel. Recomendo muito!
Esse frio de São Paulo me faz ter mil e uma vontades diferentes. Desejos súbitos especialmente de tudo o que leva chocolate. Pois eu estava há dias querendo muito tomar um cremoso chocolate quente (do tipo grossinho mas sem ter sido engrossado com amido de milho – sim, rola um preconceito) na minha canequinha esmaltada, vestindo um moletom bem grandão, meias felpudas e com as pernas dobradas feito de índio cobertas pela matinha azul mais cheirosa e adorada do mundo.
Eis que, na segunda-feira à noite, 22, decidi me render a esse pequeno luxo (ou seria mais propício chamá-lo de minipecado capital?). Corri para o fogão e, na minha nova panela preferida, despejei uma xícara e meia de chocolate em pó (aquele do padre). Fiquei mexendo pra lá e pra cá para ver se ele derretia… Mas como não derreteu, logo acrescentei mais ou menos 250 ml de leite integral. Mexi mais e mais e mais ainda… Temperei com duas pitadas de páprica doce, duas gotinhas de essência de baunilha, um pauzinho de canela e… Mexi mais e mais e mais ainda até que o caldo engrossou e enormes borbulhas começaram a explodir diante dos meus olhos. Para completar e dar um toque final, derramei um gole de Cointreau, misturei, apaguei o fogo e tratei de me transportar para o cenário imaginado e descrito acima.
Foi delicioso como um abraço apertado da mamãe.
PS: a bateria da minha câmera acabou no minuto exato em que fui fotografar o resultado final. Por isso, para ilustrar este post, tive de publicar essa foto “mais ou menos” clicada com o celular. Sorry!
Eu não me dou muito bem com altas temepraturas. E tem feito um calor danado aqui em São Paulo. Mas fazer o que, né? Me resta apenas beber bastante líquido e investir em receitinhas refrescantes (como esta que postei aqui). Às vezes, basta-me olhar para uma imagem que transmita um certo frescor. Pois um dos blogs que adoro, o A Beach Cottage, me deixou um pouco mais feliz. É que por lá, encontrei a foto abaixo. Vou copiar a ideia da água com gelos e morango para ver no que dá. O visual é lindo. Resta saber como o gosto fica.
Domingo, pé de cachimbo, quente como um forno. Nossa, há tempos eu não sentia tanto calor. Para driblar todo o desconforto que os dias quentes me trazem, preparei uma bebidinha especial e bem light. Investi na compra de uma San Pellegrino e, dentro dela, inclui rodelinhas de limão capeta do quintal da mamãe e dois raminhos de lavanda. Ficou suave e superfresh!
A Tetê, amiga e gourmette querida, passou uns dias trabalhando na China e me trouxe um presente incrível. Trata-se de um chá que desabrocha dentro da xícara. Um chá de jasmim perfumado demais! Alegrou a casa. Acalmou os ânimos e a alma. Fotografei tudo para dividir com você por aqui. Olha só!
Uma das “bolinhas” que vem dentro do pacote.
Bruna Bauer é editora dos sites de ELLE, ESTILO, MANEQUIM e MODASPOT e cozinha desde criança. Aqui, divide, diariamente, suas descobertas, dicas, receitas e inspirações gastronômicas.
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