Tradição e romantismo

Os elementos de um enlace clássico estavam todos lá: "sim" na igreja e festa farta para os convidados. Mas tudo ganhou suavidade com toques pessoais dos noivos e a luz da manhã

Texto Márcio Oyama | Fotos Kika Antunes


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Maria Eduarda usou um vestido rendado, importado da Espanha e comprado na Ideasposa. Já Max teve terno, camisa e gravata desenhados por Rodrigo Fraga, irmão do estilista Ronaldo Fraga. Flores de tecido, que adornaram o vestido de uma tia da noiva há dez anos, compuseram o buquê.


Uma festa tradicional, como manda a cartilha do matrimônio mineiro, mas também muito romântica. “Em Minas Gerais, casamento é coisa séria”, explica a publicitária Maria Eduarda Lara Borelli, que seguiu essa linha na cerimônia e na festa que marcaram a sua união com o designer gráfico Max Duarte Magalhães, depois de quatro anos de namoro. A Igreja Santo Inácio de Loyola abrigou a parte religiosa e a Casa Bernardi, a recepção. Entre os dois locais, os 350 convidados tiveram apenas de atravessar uma praça, a pé. “Minhas escolhas foram muito clássicas, dos trajes à decoração. Mas também investi em toques delicados.” Rendas, laços e rosas claras procuraram quebrar a sisudez da formalidade. A luz do dia também deu leveza à celebração – o casório aconteceu às 11 horas da manhã e foi seguido por um almoço.

As quatro daminhas usaram vestidos rendados como o de Maria Eduarda. Na cabeça, elas levavam as mesmas flores usadas no buquê.

 


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Mais sobre o casamento de Maria Eduarda & Max:
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Cerimônia


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